Cirurgia plástica reparadora minimiza cicatrizes de queimaduras

março 21st, 2012

queimaduras 011 Cirurgia plástica reparadora minimiza cicatrizes de queimadurasA pele do corpo é tão sensível que basta nos descuidarmos, encostando a mão no ferro ou o braço em uma panela para que ocorra uma queimadura. Quando sofremos algum tipo de queimadura, as lesões podem ter diversos impactos. Dependendo do grau – 1º, 2º ou 3º – as implicações de uma queimadura vão desde o surgimento de bolhas e vermelhidão até a amputação de algum membro do corpo. Agentes externos como eletricidade, frio e calor são capazes de desencadear queimaduras que exigem cuidados extremos tanto no momento do acidente, quando no tratamento das lesões. Remédios caseiros e atitudes precipitadas podem agravar o quadro, deixando marcas profundas que afetam a pele e a autoestima do paciente.

As cicatrizes indesejadas são parte das conseqüências do trauma. A presença delas pode levar a estresses pós-traumáticos como depressão, transtornos de personalidade e abusos de substâncias como álcool e drogas. Uma das soluções para o tratamento das cicatrizes é a cirurgia reparadora. Elas devem ser feitas por um cirurgião plástico e podem ocorrer tanto na fase aguda quanto na fase tardia do ferimento. Dependendo do caso, é preciso fazer uso de enxertos de pele, gordura ou até mesmo expansores (expansão da pele) que minimizam as marcas. O ideal para quem deseja realizar uma cirurgia reparadora é fazer uma avaliação médica minuciosa para encontrar a melhor opção de tratamento.

Para saber mais sobre Cirurgia Reparadora BH, acesse o site do Dr. Vinícius Melgaço.




Câncer de pele lidera cirurgias reparadoras

dezembro 21st, 2010

Veja essa matéria interessante publicada pelo Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp):

Um dado importante pode ajudar muitas pessoas a ter atenção redobrada quando o assunto é exposição ao sol e cuidados com a 700 02216607n1 200x300 Câncer de pele lidera cirurgias reparadoras pele. Levantamento realizado pelo Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), órgão ligado à Secretaria de Estado da Saúde e à Faculdade de Medicina da USP, apontou que cerca de 60% das cirurgias plásticas reparadoras realizadas na instituição são para recuperação de áreas afetadas pelo câncer de pele.

Em média são realizadas no Icesp cerca de 100 cirurgias plásticas, mensalmente. Desse total, mais da metade corresponde a tumores dermatológicos.

O levantamento apontou ainda que, devido à exposição ao sol, 80% das neoplasias na pele atendidas no Instituto são na região da cabeça e do pescoço. O câncer de mama aparece logo em seguida no ranking das cirurgias plásticas reparadoras, com 23% dos atendimentos.

O procedimento é realizado junto com a retirada do tumor. Este processo reduz o tempo de internação, melhora a qualidade de vida do paciente, ajuda-o a enfrentar o tratamento pós-operatório e agiliza o retorno às suas atividades diárias. Do total de pacientes que passaram por intervenções plásticas no Icesp, 80% não precisaram realizar duas cirurgias, pois a reconstrução é imediata e acontece logo após a retirada do câncer.

No caso de reconstruções na face, a intervenção imediata ajuda a manter funções básicas, como a fonação e degustação, além de abreviar o tempo de oclusão dos olhos e minimizar choques estéticos, elevando a auto-estima do paciente. Cirurgias plásticas imediatas nas extremidades (pernas e braços) reduzem as chances de amputação dos membros, evitando a mutilação permanente.

“A cirurgia plástica reparadora contribui muito para a qualidade de vida do pacientem, porém é muito importante que todos se cuidem para evitarmos dados alarmantes como o do câncer de pele”, afirma o coordenador do Serviço de Cirurgia Plástica do Icesp, Fábio Busnardo.

Prevenção

Cuidar de pintas que aparecem pelo corpo e ficar atento a manchas na pele são fundamentais para evitar o câncer de pele. E muitos destes sinais, por mais inofensivos que possam parecer, merecem atenção. Com alguns cuidados é possível prevenir a doença.

Pintas podem ser congênitas ou surgir ao longo da vida. A maior parte das marcas não traz complicações ao paciente e apenas as de grandes dimensões (superior a 20 cm), apresentam probabilidade de se transformarem em câncer. Independentemente do tamanho da pinta, é muito importante procurar avaliação médica. Por meio da análise clínica, o médico saberá indicar se aquela marca deve ser retirada ou apenas seguir o acompanhamento.

A maioria dos sinais aparece durante a juventude. Em grande parte, a exposição solar é uma importante aliada para o aumento do volume de pintas pelo corpo. É recomendável evitar exposição excessiva à luz solar, principalmente entre 10h e 15h.

Além disso, é preciso observar qualquer modificação nas pintas e manchas. Os sinais mais comuns relacionados ao surgimento do câncer de pele são as alterações da coloração (variações de tonalidade de marrom, preto, vermelho ou azul), áreas com perda da pigmentação, alterações de tamanho, presença de bordas irregulares, alterações na superfície (áreas de elevação súbita ou feridas), e coceira e dor local. Pintas que coçam ou apresentam inflamação local também devem ser avaliadas.

Fonte: AI Icesp

Veja quais as cirurgias reparadoras o Dr. Vinícius realiza: http://www.viniciusmelgaco.com.br/cirurgia-reparadora/

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